sonhando only in my dreams
Um blog para contar o que acontece depois que fechamos os olhos. Nossa vida paralela. O momento em que as almas se encontram, dizem.

HOME

dreamers
: : miss koltrane
: : molly jones
: : renata barbosa


Quer ser um dreamer?
contact

design
She's in fashion

visits
<

thanks
This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Domingo, Novembro 21, 2004

9 meses depois...

Um sinal de que talvez esteja vendo novelas demais é sonhar que fui escalada para a próxima novela das 8. Sim, é cômico. Iria fazer o papel da atriz principal mais jovem. Alguns dos meus pensamentos durante o sonho:

· se o papel principal fosse de uma nordestina, como em a Sra. do Destino, já teria o sotaque a meu favor;
· fiquei bastante preocupada com as capas das revistas e dos programas de tv de fofoca que com certeza iriam falar mal da minha atuação e dizer que preciso emagrecer;
· fiquei imaginando se teria alguma cena em que precisasse chorar, porque isso eu faço com a maior facilidade.
RENATA BARBOSA at 9:09 AM
Interprete:

: : : : : :

Terça-feira, Fevereiro 10, 2004

soube que se passarmos mais de 60 dias sem postar o blogger nos degola. são as novas regras.
MISS KOLTRANE at 11:46 PM
Interprete:

: : : : : :

Terça-feira, Setembro 30, 2003

Nossa! Como isso aqui tá abandonado! [atchim!] Será que alguém que interprete sonhos anda por aqui?
Deixe-me contar:

Sonhei que eu corria. Corria. Corria. Corria mais ainda. Corria desesperadamente. Não conseguia, porém, sair do canto. Pelo contrário, formava-se um buraco sob meus pés. Um buraco redondo e do qual eu não conseguia sair. Quando olhei para trás, vi dois clarões. Aí abre o plano [sim, eu sonho como se fosse cinema] e eu vejo que se trata de um caminhão vindo na minha direção.

Aí eu acordei.

[tem explicação?]
MISS KOLTRANE at 11:21 PM
Interprete:

: : : : : :

Sexta-feira, Agosto 22, 2003

Quebrando o silêncio

Essa noite tive um sonho meio Stephen King, meio Chuck o Boneco Assassino. Estava em um hotel no Rio de Janeiro, perto de uma rodoviária que ficava atrás de uma lavanderia, que na verdade era uma fachada para um mix de laboratório e terreiro de macumba que criava seres do mal.

O meu quarto era o do final do corredor. O hotel não tinha elevador. A decoração do lobby do hotel era muito parecida com a daquele hotel que ficamos em Recife no carnaval de 2002 (Hotel Boa Viagem?).

Só sei que, já perto de acordar, estava com meu partner (que aqui era o Rodrigo Santoro) matando um gato possuído que era a fonte de todo o mal e passava o vírus para as outras pessoas. Digo matando mas ele não morria tão fácil. De repente,"a coisa ruim" saia do corpo do gato e incorporava outro objeto vivo ou inanimado. Havia, porém, um detalhe. Nessa transição de corpos havia um gap de um minuto no qual poderíamos destruir de vez a criatura. Era só encontrar, dentro de seu corpo, um órgão fluorescente; era lá que residia o mal!

Então o Rodrigo Santoro abria o gato e retirava todos seus órgãos, tripas e afins. De repente, lá estava o coração do bichano piscando. Daí eu gritava:

- Rodrigo! O coraçããããão!!! Pega o coraçãããããooo!!

Ele, então, esfolava o coração do gato com uma faca de seis pontas, muito parecida com uma estrela.

Daí eu acordei. Atrasada, pra variar.
RENATA BARBOSA at 9:57 AM
Interprete:

: : : : : :

Terça-feira, Junho 17, 2003

Acho que é um reflexo da minha frustração por ainda não ser uma feliz proprietária de um aparelho de DVD. Eu entrava na Distrivídeo e perguntava à atendente por uma fita. Com uma cara de abuso, ela avisava que "todos os VHS estão aqui" e apontava para uma mísera pratileira no canto da loja. Eu pegava a fita e começava a olhar as roupas. Sim, na Distrivídeo vendia roupas, e muito bregas, por sinal, estilo vestidos de aluguel com muitos e muitos dourados. Eu e minha irmã não parávamos de mangar dos modelos, apesar das repreensões de mamãe. Por fim, eu via um relógio vermelho na vitrine e pedia para prová-lo. Perfeito! Lindo! Perguntei se poderia já ficar com ele no braço e o vendedor disse que não havia problema. Quando já estava no balcão pagando a conta, o gerente chega e me avisa que eu não posso levar o relógio.

Eu: Por quê?
Ele: Porque não pode.
Eu: Como assim "não pode"?
Ele: É que este relógio já foi vendido.
Eu: E eu com isso? Estava na vitrine e não tinha nenhuma indicação de que havia sido vendido ou reservado.
Ele: Mas não pode.
Eu: O senhor conhece o Código de Defesa do Consumidor? O erro foi da loja e eu não tenho nada a ver com isso.

Nessa hora minha irmã me puxava pelo braço e saíamos correndo. Não pergunte pela minha mãe que eu não sei, nos meus sonhos as pessoas aparecem e desaparecem do nada. Corríamos pela Antônio Sales com o gerente jogando bolinhas vermelhas (!?) em nós e acabávamos entrando em uma Pague Menos para nos protegermos da ira do maníaco das bolinhas vermelhas. Eu explicava (aí eu já estava sozinha, minha irmã também puffff) a um cara na farmácia a minha situação e ele me dizia que eu estava certa e podia entrar na Justiça se eu tivesse testemunhas.

Mas eu não tinha testemunhas...

Pensava que não tinha. Nessa hora entrava Jamelão (!!!) dizendo com sua voz de trovão: "Eu vi!"
Ele dizia que estava na Distrivídeo atrás dos cabides (?!) e que tinha visto tudo e que queria processar aquela "locadora nojeeeenta, amizade".

[Eu queria entender por que vivo sonhando com famosos. Pô, Jamelão! Jamelão! De onde eu tirei o Jamelão, caramba?]
MISS KOLTRANE at 11:09 PM
Interprete:

: : : : : :

Sábado, Junho 14, 2003

No celular
(Em homenagem a minha mãe)

O telefone celular tocava dentro da bolsa. Era como procurar uma agulha no palheiro. Quando consegui resgatá-lo da selva dentro da bolsa, já tinha parado de tocar.

>>01 chamada não atendida

>>ver detalhes

Richard Gere
1 212 456 2020

Poxa, era o Richard Gere, amigo de minha mãe ligando de Nova Iorque! Eles haviam se conhecido dentista e eram grandes amigos. Ele me ligava para encomendar um conjunto de facas gourmet para cozinha.
RENATA BARBOSA at 11:01 AM
Interprete:

: : : : : :

Quarta-feira, Junho 04, 2003

O post não-post, um sonho interrompido

Não posso contar o único sonho que me recordo dessa noite porque ele foi interrompido por um telefonema. Putz. Bem na hora em que eu ia me servir da salada no almoço na casa-castelo do Paul McCartney. Droga de telefonema. E ainda era engano.
MISS KOLTRANE at 11:23 PM
Interprete:

: : : : : :

Manifestação de condomínio

Chegava com minha sobrinha no antigo prédio onde morei até os nove anos. Não era exatamente o mesmo prédio, pois ele parecia ter sofrido uma reforma que ampliou em quatro vezes seu tamanho original. Minha sobrinha queria muito andar de bicicleta, e era necessário um certo tipo de autorização.

Enquanto procurava a sala administrativa, reparei que o pilotis estava cheio de rapazes, muitos mesmo. Todos na faixa dos 20 e poucos anos. De repente, se revoltaram. Todos apareceram com tacos de beiseball e um grito de guerra bem estranho, como se houvesse uma percussão ao fundo marcando o ritmo. Notei que eles tinham a intenção de quebrar os carros estacionados no interior do prédio. O batalhão de choque se aproximava. Começou a pancadaria! Na hora pensei em duas coisas: 1) que bom que estacionei meu carro lá fora; 2) é isso que acontece quando há muito testosterona envolvida.

Peguei minha sobrinha pela mão e saímos correndo para longe da confusão. Entramos no salão de festa do condomínio, onde a terceira idade jogava bola (?!). Chamaram-me para jogar, porém recusei. Disse que antes tinha que pegar o "visto de bicicleta" da minha sobrinha.

Encontrei, finalmente, a sala da administração.

- Com licença, eu moro aqui nesse prédio e queria pedir uma autorização para minha sobrinha andar de bicicleta.
- Qual o apartamento?
- É o vinte dois, zero cinco.
- Dois mil e vinte e cinco?
- Não, dois mil duzentos e cinco!
- Sim, vinte zero dois cinco!
- Não!! Vinte dois, zero cinco. Dois mil duzentos e cinco!!!!

E ficamos lá discutindo...

Consegui o tal do visto e retornei ao salão de festa. Nesse momento, minha sobrinha já tinha evaporado. A geração terceira idade continuava jogando bola. Por simpatia, resolvi aceitar o convite.

Lá estava eu jogando bola com a terceira idade. Quando eu digo "jogar bola", quero dizer jogar bola mesmo com as mãos, que nem se faz com criança. Então, eu sem querer jogo a bola na cara de uma das senhoras mais distraídas. Por mais que me desculpasse - "foi sem querer, juro" - a terceira idade me expulsou do jogo.

Daí o sonho desandou. E eu acordei logo em seguida :)
RENATA BARBOSA at 6:51 AM
Interprete:

: : : : : :

Sexta-feira, Maio 30, 2003

Acho que nasci pra fama
Fui buscar nos arquivos do blog oficial um sonho louco que eu tive há quase um ano atrás.

"Eu numa festa só de chiques e famosos. Luciano "pai da Sasha" Szafir era meu melhor amigo, amigão mesmo de trocar confidências. E o meu amigo estava apaixonado por outra super amiga minha, Nicole. Nicole Kidman, fique bem claro! Luciano todo amoroso fazia um bolo para ela, que distribuía pedaços para todos na festa, mas não comia um farelo sequer. "Sou diabética", dizia. Agora, o cúmulo: Nicole pegava o que tinha sobrado do bolo e guardava num Tapawere! Tapawere! Que nem nossos parentes e vizinhos bregas! Ainda saía dizendo que era para o namorado, "que ficou em casa estudando"(!). Nessa hora, Lú (Lú!? Ele é meu amigo, lembra?) fica arrasado e diz que vai embora porque para ele "a festa acabou". Antes de sair, se vira pra mim e pergunta: "Quem convidou aquela ridícula e incoveniente da Shakira? Ô mulher do meu abuso!". Só... The End."

Dias e Noites
Publicado originalmente no dia 4.7.2002
MISS KOLTRANE at 12:08 AM
Interprete:

: : : : : :

Terça-feira, Maio 27, 2003

Esse é o sonho mais antigo de que consigo me lembrar. Tinha sete ou oito anos, meus pais tinham saído em segunda lua-de-mel e me deixado na casa dos meus avós. O gabinete do meu avô era um paraíso. Primeiro, que era no segundo piso da casa, em cima da garagem. Tinha a maior cara de "base secreta", essas fantasias de criança. Meu avô adorava caçar, então tinha umas aves empalhadas, e outras coisas do gênero, além de uma máquina de escrever, que na época era o máximo da tecnologia pra mim, e eu passava o dia brincando e recebendo carão para não gastar a fita de tinta. De mobiliário, havia uma estante cheia de livros - uns até não recomendados para crianças de sete anos, mas nunca lhe disse isso - e um sofá de couro cor caramelo.

Pois, então. O ponto central do sonho é este sofá caramelo.

O sonho não tem nada demais. Só o fato de eu subir as escadas pro gabinete do meu avô e encontrar vários botos - sim, o cetáceo - deitados no sofá do meu avô. Não se resumiam a botos cor-de-rosa. Havia um amarelo, um verde, outro azul, toda a cartela pantone em festa. Eram botos super simpáticos. Conversamos muito sobre livros - na época eu estava lendo o Sítio do Picapau Amarelo, pense - desenhos animados, figurinhas, brinquedos, professora do colégio e irmãos mais novos que enchem o saco.

Foi uma das melhores conversas que tive na vida.
Saudades dos meus amigos botos. Durante esses anos todos, sempre esperei que eles aparecessem novamente pra gente fazer uma festinha.
RENATA BARBOSA at 11:43 PM
Interprete:

: : : : : :

Bom, lá vou eu estrear o blog. Gostaria que o primeiro sonho fosse um que eu tive há uns três anos atrás, altamente "videoclíptico" e cheio significações, mas o tempo pouco me fez deixar pra outro dia. Pois vamos ao que eu sonhei semana passada.

Que o Rio de Janeiro está um verdadeiro caos, todo mundo já sabe. Basta ligar a TV. Mas a TV não mostra tudo, não. Semana passada, minha irmã chegou do Rio de Janeiro e contou que a situação está muito pior. Lá, ela morava na zona sul, área nobre, bairro do Flamengo, mas mesmo assim não estava livre. Ela contou que já passou por vários tiroteios, ouvia tiros no meio da madrugada e presenciou ônibus sendo incendiados. Viu motoristas dando ré desesperados no túnel para fugir de falsas blitzes e o comércio todo fechado por causa de um traficate. E ainda passou por um arrastão. Fiquei impressionada.

E talvez tenha sido por isso que eu sonhei com o grande arrastão da 13 de Maio. No meu sonho, eu vinha pela avenida, ouvindo música, feliz e contente depois de sair da prova do francês (e isso só podia ser sonho mesmo), quando de repente, eu via vários carros na contramão, subindo os canteiros, dando ré. E de repente, surgiam do nada, como se brotassem do alfasto centenas de homens armados com fuzis, escopetas e - pasme - até martelos. O que assaltantes super bem armados faziam com martelos, não me pergunte. Aí eu ouvia no rádio que a 13 de Maio estava sob o domínio de homens armados desde a Escola Técnica (ou CEFET, que seja) até a Barão de Studart. Justamente o trecho que eu pego para vir pra casa. Agora, imagine: do CEFET à Br. de Studart é um bom pedaço. Pense nas dimensões do arrastão!!! Os bandidos ficavam andando entre os carros tranqüilamente, com sacos cheios do apurado do roubo, iguais àqueles dos ladrões de desenhos animados, com cifrão e tudo. Aí eu olhava para o lado e tinha um deles socando a cara de um outro contra um canteiro de flores da entrada do CEFET. Ainda não reparei se esse canteiro existe de fato ali. Ah, ia esquecendo do detalhe: no meio disso tudo, tinha uma velhinha surda (e meio lesa) que andava tranquilamente, sem reaparar no caos a sua volta.

E o melhor é que o meu carro era totalmente Matrix. Devia ser tipo um daqueles gêmeos albinos, já que eu ia passando normalmente pelo meio da confusão sem ser abordada, sem parar no congestionamento, nada. Mera espectadora.
MISS KOLTRANE at 12:58 PM
Interprete:

: : : : : :

Segunda-feira, Maio 26, 2003

alô :)
RENATA BARBOSA at 6:46 AM
Interprete:

: : : : : :

outros teste
MISS KOLTRANE at 1:57 AM
Interprete:

: : : : : :

teste
MISS KOLTRANE at 12:54 AM
Interprete:

: : : : : :
home